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Segundo a legislação trabalhista, o trabalho externo é caracterizado por atividades que não têm a necessidade de um ambiente fixo, como uma sede ou filiais. No entanto, estar fora das dependências da empresa não dispensa o colaborador de controlar sua jornada.

Afinal, conforme o inciso I do Artigo 62 da CLT, apenas os profissionais que exercem atividades incompatíveis com a fixação de horários estão isentos de registrar o ponto. Além disso, com o avanço da pandemia, as regras trabalhistas sofreram alterações quanto ao registro da jornada externa. 

Então, afinal, como este controle deve ser feito? Continue a leitura e entenda mais sobre este assunto.

Trabalho externo é o mesmo que home office?

Antes da Reforma Trabalhista, muitas pessoas ainda acreditavam que trabalho externo era sinônimo de home office ou teletrabalho. No entanto, a Reforma introduziu um novo capítulo sobre o assunto ao inserir o artigo 75-B na CLT, diferenciando as modalidades.

Neste sentido, ficou definido que trabalhadores em home office são aqueles que podem cumprir sua jornada de qualquer lugar. Geralmente de sua própria casa, de um café ou de um coworking, por exemplo. Contudo, eles precisam de tecnologia e meios de comunicação para se manterem o tempo todo conectados à empresa para realizarem suas tarefas.

Os profissionais que fazem trabalho externo, por sua vez, estão constantemente em deslocamento. Portanto, são pessoas cujas atividades independem de uma locação física. É o exemplo de motoristas, entregadores, representantes de vendas e afins. 

Qual a melhor alternativa para controlar a jornada externa?

Após as mudanças na reforma trabalhista, o tempo de deslocamento deixou de ser contabilizado como hora trabalhada. Entretanto, caso o colaborador chegue até o local para registrar o ponto após o seu horário, o período excedente será contabilizado como hora extra. Portanto, o relógio de ponto biométrico não seria o mais indicado para esta modalidade de trabalho.

Após as mudanças na reforma trabalhista, o tempo de deslocamento deixou de ser contabilizado como hora trabalhada. Entretanto, caso o colaborador chegue até o local para registrar o ponto após o seu horário, o período excedente será contabilizado como hora extra. Então, quando a marcação depende de um meio físico, isso pode acabar contabilizando uma jornada que não reflete a realidade. Ou seja, o relógio de ponto biométrico não seria o mais indicado para esta modalidade de trabalho.

Sendo assim, tendo em vista a dinâmica de trabalho externo, é importante que a ferramenta utilizada seja prática e atenda a necessidade de acompanhar as atividades exercidas. Portanto, um aplicativo para controle de ponto, como o Link RH, seria a ferramenta ideal para esta tarefa. Afinal, este modelo possibilita que o registro seja feito a partir de qualquer dispositivo com acesso à internet. 

Além disso,  o app não só cumpre a legislação como também pode contribuir para aumentar a produtividade do trabalho em campo. Afinal, com ele, o trabalhador externo não precisa mais elaborar um relatório contendo todas as suas visitas em determinado período.


Como vimos, a gestão de uma jornada externa deixou de ser um desafio graças aos avanços da legislação e de tecnologias que permitem que o registro seja feito como – e por onde – quiser. Quer conhecer melhor as soluções da Velti? Então preencha o formulário de contato e garanta já esta tecnologia para o seu negócio.