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O passivo trabalhista é o conjunto de dívidas que a empresa acumula para com os colaboradores, tanto celetistas quanto pessoas jurídicas. Esses valores são decorrentes de contribuições trabalhistas, sociais ou patronais que, por algum motivo, não foram pagas devidamente pelo empregador. Por exemplo: adicional noturno, horas extras, contribuição sindical, férias, FGTS e outros. Quando essas obrigações não são observadas e cumpridas devidamente ao longo do contrato de trabalho, o trabalhador pode exigir o recebimento integral na rescisão.

Então, quando mal administrado, o passivo trabalhista pode resultar em acúmulo de dívidas. Ele também passa a ser uma grave ameaça para a saúde financeira e para a imagem institucional de uma empresa. Por isso, é importante identificar os principais fatores geradores de passivos trabalhistas e agir para evitá-los.

Quais são as principais causas do passivo trabalhista e como evitá-las?

Segundo dados do Tribunal Superior do Trabalho (TST) as horas extras lideram o ranking de abertura de processos trabalhistas. Segundo o relatório, até julho, foram registrados 22.214 novos casos por esse motivo. Do mesmo modo, o intervalo intrajornada também figura entre os cinco primeiros da lista. Foram 14.578 novos processos abertos no mesmo período.

Operar seguindo a legislação trabalhista vigente e adequar-se às possíveis atualizações é igualmente fundamental. Mas as empresas que querem evitar ser pegas de surpresa com uma cobrança alta de passivo trabalhista precisam estabelecer processos transparentes, simples e eficientes de gestão de pessoas e de controle de jornada. Adotar um sistema de ponto eletrônico, por exemplo, pode ser a melhor opção para evitar a incidência de indenizações trabalhistas relacionadas a jornada de trabalho.

Veja a seguir, as principais vantagens de investir em um sistema eletrônico de controle de ponto:

1 – Credibilidade e segurança jurídica: o ponto eletrônico extingue os riscos de adulteração e extravio de registros. Isso garante a veracidade e a precisão das informações, salvaguardando a empresa no caso de uma demanda judicial.

2- Autonomia e eficiência para os gestores: o sistema permite que os gestores acompanhem a jornada da equipe online e em tempo real. Isso facilita a análise de dados e torna a implementação de melhorias mais rápida.

3 – Redução de custos: os dados registrados ficam armazenados na nuvem. Então dispensa a necessidade de arquivamento e conservação de documentos físicos.

4 – Adaptabilidade: o ponto eletrônico permite ajustes para controle de jornada em diversas realidades de contrato de trabalho.

5 – Os colaboradores também se beneficiam: já que têm a facilidade de autogerir as horas trabalhadas. Então, a transparência torna a relação entre equipes e gestores mais saudável.

6 – Melhor aproveitamento da mão de obra: automatizar processos que até então eram realizados manualmente gera economia de tempo e de recursos financeiros e aumenta a produtividade do colaborador.

Fazer a gestão responsável da jornada de trabalho dos colaboradores protege a empresa contra o acúmulo de passivos trabalhistas em consequência de reclamações e processos. Assim, contribui para a saúde financeira da organização. O sistema de controle de ponto garante esse gerenciamento com total segurança, em conformidade com a legislação vigente, além de um ótimo custo-benefício.

Se você deseja minimizar os riscos de passivos trabalhistas e proteger o patrimônio da sua empresa de perdas decorrentes de erros e irregularidades, adote um sistema de controle de ponto o quanto antes!

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